E-commerce lança iniciativa educacional para clientes sobre como identificar produtos de luxo falsificados

16/08/2023

Fashionphile University oferece aula de autenticação VIP no Centro de Distribuição de Nova York.

Foto: Fashionista.com
Foto: Fashionista.com

Fonte: WWD

A Fashionphile, líder na indústria de revenda de luxo, introduziu uma iniciativa educacional inovadora destinada a educar os clientes sobre como distinguir entre produtos de luxo autênticos e falsificados. Esse esforço recentemente tomou forma através de uma demonstração de treinamento ao vivo no centro de distribuição da Fashionphile em Nova York, mostrando o rigoroso processo de autenticação que a empresa emprega.

No centro dessa iniciativa está a Fashionphile University, uma plataforma de treinamento digital que transmite conhecimento ao time de especialistas em autenticação da marca. Variando de especialistas básicos a autenticadores mestres, este treinamento abrangente equipa a equipe com insights intrincados necessários para verificar meticulosamente a autenticidade de bolsas de luxo. Cada bolsa é meticulosamente examinada por pelo menos dois profissionais, muitas vezes sob a orientação de pessoal experiente, formando uma base de especialização.

Foto: Layton Tedrick/Cortesia da Fashionphile
Foto: Layton Tedrick/Cortesia da Fashionphile

A demonstração de treinamento, focada principalmente na marca Louis Vuitton – que ocupa destaque dentro das ofertas da Fashionphile – proporcionou aos participantes uma experiência em primeira mão do meticuloso processo de identificação. Especialistas orientaram os participantes por meio de avaliações detalhadas de elementos como letras, códigos de data, ferragens, gravuras, forro, construção e peso. Equipados com ferramentas semelhantes às usadas por profissionais de odontologia, os especialistas mostraram a arte de uma inspeção minuciosa.

Em casos de erros de autenticação – uma ocorrência pouco frequente no setor de revenda – a Fashionphile se compromete a compensar os compradores com cartões-presente, mantendo o item falsificado confiscado. Notavelmente, esses itens mal identificados encontram uma casa em um "cemitério de bolsas", servindo como um repositório de produtos falsificados.